Muitas pessoas têm
dificuldade em aproveitar a vida de forma plena. Talvez porque estar em uma
redoma de proteção seja mais confortável que arriscar a ser feliz.
Talvez esteja enganado
quando ao termo Ser Feliz, uma vez que a pessoa pode estar feliz naquele mundo
particular. Mas o mundo é bem grande e existem coisas lindas para serem
descobertas.
O que podemos fazer para
sermos felizes? Sair? Beber? Dançar? Não sei. Cada um tem uma forma de ser
feliz. Particularmente gosto de estar com amigos ao som de uma música calma,
comendo queijos. Mas para outras pessoas sair, beber e dançar seja uma forma de
aproveitar a vida.
Mas existem algumas coisas
em comum, como sair um pouco da monotonia e estar com amigos. Não existe nada
melhor que estar com amigos. Os amigos são nossos portos-seguro. Amigos são os
ombros que podemos contar quando estamos tristes.
Abdicar de amigos e de
aproveitar a vida é a mesma coisa que estar em um trem com duas paradas: seu
nascimento e sua morte. Pela janela vemos as pessoas sendo felizes, amigos
ajudando amigos, mas não podemos fazer nada diferente, porque estamos presos no
trem.
Mas e se eu preferir a minha
família a ter amigos? Sim, existem situações assim. Há de se separar as
pessoas. Seus familiares são importantes e devem ser considerados como amigos.
Só que ter amigos é diferente. É algo único. Só quem precisou de amigos alguma
vez sabe da real importância de ter amigos. Digo uma coisa a uma amiga, se
naquele momento onde chorou tivesse a companhia de um amigo, ele seria a
primeira pessoa que não deixaria a sua lágrima cair.
Citei essa amiga pois fiz
esse texto pensando nela e citei à ela duas músicas: Ouro de tolo e My Way.

Essa parte diz tudo. Não
devemos esperar a morte chegar. Não devemos ver a vida passar e sermos somente
expectadores de sua beleza.
A outra música My Way diz
porções de coisas que ele fez. Erros, acertos, sonhos. Mas acima de tudo, ele
fez da sua maneira. Isso que importa. Fazermos de nossa maneira.
Digo a todos, vamos viver a
vida intensamente, pois daqui 1 segundo podemos não estar aqui. Ou podemos
chegar aos 70 anos e pensar o que fizemos de diferente em nossa vida. Ou ainda
quando nossos netos perguntarem o que fizemos de nossas vidas, diremos que
apenas estamos esperando o fim dela, sem ter feito nada de diferente ou
marcante.
Viver intensamente. Eis a
graça da vida.